quinta-feira, 28 de março de 2013


  OFICINA DE POEMAS NO DIA 14.03.12  - DIA DA POESIA
NA ESCOLA DE REFERÊNCIA DE ENSINO MÉDIO OTACÍLIO NUNES DE SOUZA, TURMA TERCEIRO A, DISCIPLINA  - LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA


PROFESSORA - IRACEMA CRATEÚS
TEMA -  CONCEITOS POÉTICOS SOBRE A POESIA
POEMA – COLETIVO

POESIA ...
  
É balsamo dos sonhos poéticos,
É a maestria dos sons voláteis da alma,
É a dança flutuante das palavras,
É o sonífero dos poetas e das poetisas.


Essência de todos os pensamentos,
Virtude inigualável,
Lucidez de tudo que se vê,
Canção jamais tocada.


É o caminho que percorro,
Para demonstrar o que penso.
É a essência da vida,
E do que está por vir.


É o brilho do seu olhar,
É a luz que surge na escuridão,
São arcos - íris que escorrem
Espalhando poesia pelo ar.


   
Poesia é trancar as tristezas
Para não sentir sofreguidão,
Que  corroi o sentimento,
Derretendo a poesia  da vida.



Poesia é viver a imensidão da vida,
Sem ver o lado sombrio e obscuro
Cheio de medo e opressão
Que tranca o mundo inteiro.



Poesia é o lírio dos sonhos eternos,
Confusos em versos desfeitos,
Janelas cobertas de vida.
São estrofes de estações vividas  e cantadas.



Poesia exalta a vida,
Poesia é amor colorido,
É o sonho com vários sons,
É a palavra que dança de dentro para fora.






É o abrigo do amor,
É uma magia que embriaga,
É uma mão que acaricia
E transforma quem ler.



A poesia é arte,
A poesia estremece a alma,
A poesia faz da imagem a imaginação.
A poesia faz do sonho o sentido.



Poesia é palavra dita com o olhar,
É libertação da alma.
É a vida dos usuários das palavras.
É uma melodia  com e sem rima.



Ela é a escritura advinda do coração.
Instinto natural dos sonhos e da vida.
Permite navegar em mares translúcidos.
Faz do perfume um celestial sonho de palavra.





É a palavra que liberta,
Pode condecorar  a vida,
Refaz caminhos com outras cores.
Porque  é palavra que  além de alegrar também encanta.



É pensar podendo se expressar,
É viajar nas palavras,
É sair da escuridão em busca da própria imaginação,
É  lembrança que já mais foram esquecidas.




É o segredo das emoções,
É algo que nos mostra a felicidade,
É a troca da cumplicidade,
É a conseqüência da realidade.



É  a emoção nos versos,
Que flutua no nosso íntimo,
Conduzindo – nos aos mais lúcidos sentimentos,
 Mesmo sendo irreal.




É viajar no infinito e descobrir o som do coração,
É misturar as sensações que implicitamente se sentem,
É circular  o mundo inteiro sem sair do lugar.
É a linguagem mais sensata e doce.





A poesia caracteriza-se através da harmonia,
Manifesta-se na beleza e na estética.
A sua sensibilidade desperta sentimentos,
E faz a esperança encantar o som.




É a coloração lilás do amor,
De um tudo, de um nada e até dos falares,
É a magia das palavras que se sobrepõem.
A  uma forma de expressar o sentimento.




São palavras que surgem da alma,
São palavras que surgem do nada,
São palavras sorridentes,
E que surgem para fazer a vida viver.






É tudo que sentimos no coração,
É música sem letra,
É o choro descompassado,
É tudo que nos faz viver.



É a melodia feita pelos ventos,
É a junção de palavras aromáticas,
É usufruir através da força dos pensamentos
Uma forma de expressar sua felicidade.



É a mistura do amor com a paixão
É a brisa de todas as manhãs,
É a essência da vida,
É o brilho de todos os olhares.



É o choro pelo que não fiz,
É o sonho que se desvanece ao amanhecer,
É a inspiração da natureza,
É a certeza de um sonhar.





Sua mensagem fluente e bela
Toca no leitor sem misturar os sentimentos.
Como água fresca que refrigera a alma,
Proporciona conforto aos sons e as palavras.


É a arte da conquista,
É a cobertura do desastre sentimental.
É navegação sem fronteiras,
É o amor que dilacera a tristeza.


É difícil fazer alguém feliz
Sem poeticamente usar as palavras.
É difícil ressuscitar o sonho
Sem que a poesia reescreva.



E foi assim, falando da poesia
Que coletivamente os educandos-poetas,
Poetisaram  sobre a poesia do poema
Produzido pelo terceiro ano A,
No dia quatorze de março 2013
Na Escola Eremons.

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